Texto do Professor José Alberto ( Gestão da Qualidade )
“ O estudante é um escravo do mercado, pois o mesmo tem um trabalho intelectual no qual se empenha e não é remunerado pelo mesmo. Qual a diferença entre uma criança que trabalha em uma carvoaria e é considerado o seu trabalho como sendo escravo, pois se trata de um trabalho físico, que não está de acordo com o potencial da mesma e um trabalho intelectual de uma criança ou adolescente por anos a fio, visando o interesse do mercado de trabalho, pois a criança ou o adolescente não seleciona as matérias que deseja estudar, ela é forçada a estudar aquilo que interessa somente ao mercado futuro de trabalho. O professor argumenta ainda, que a educação não é um dever do Estado e sim um dever do mercado, pois as crianças educadas, tornam-se profissionais entregues ao mercado de trabalho e não são absorvidas pelas estatais em sua maioria.
Quem ganha com isso são as empresas que não investiram nada na educação dos seus futuros funcionários. O imposto pago pelas mesmas não significa investimento, mas sim uma obrigação conforme o próprio nome diz – imposto.”
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Conforme conceitos expostos no texto acima pelo Prof. José Alberto Rodrigues, fazer uma resenha crítica.
Aluna : Maria da Graça Gonçalves Rosa
O professor instiga a nossa mente quando afirma que ... “O estudante é um escravo do mercado, pois o mesmo tem um trabalho intelectual no qual se empenha e não é remunerado pelo mesmo”. Saímos do real para o imaginário no campo da educação. Temos que dar margem a essa louca experiência mental de imaginar um Brasil de brasileiros ganhando para estudar. Uma utopia onde a empresa fará o papel do Estado, quando afirma que .... “ O imposto pago pelas mesmas ( leia-se empresas) não significa investimento, mas sim uma obrigação conforme o próprio nome diz – imposto.”Pergunto ao nobre professor e sua imaginativa mente: Qual será o papel do Estado então se na realidade em que vivemos já não atua como queremos? O Brasil dos coronéis só cresceu, mas não desenvolveu o seu poder de educar e construir. O professor argumenta ... “ que a educação não é um dever do Estado e sim um dever do mercado, pois as crianças educadas, tornam-se profissionais entregues ao mercado de trabalho e não são absorvidas pelas estatais em sua maioria’ .
Na minha mente realista continuo a perguntar ao nobre professor: E o Estado onde entrará nessa sua fantástica história? Educar, caro professor, é transformar.
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