segunda-feira, 27 de outubro de 2008


Quem gosta cuida

Quem ama acolhe.



Quem gosta procura

Quem ama espera



Quem gosta sorri

Quem ama chora



Quem gosta fala

Quem ama cala



Quem gosta prende

Quem ama liberta



Quem gosta explica

Quem ama ensina



Quem gosta quer

Quem ama têm



Quem gosta mostra

Quem ama demonstra



Quem gosta duvida

Quem ama acredita



O amor nos dá a confiança, mesmo quando não é correspondido.

O amor ainda confia, pois somente o amor traz pra perto o mesmo amor.

Mais vale permitir-se amar...e até sofrer,

Mais vale a experiência...e até a ausência,

Mais vale ter sentido a fragrância, os sabores, elevar isso consigo.

Mais vale ter visto lindas cidades, paisagens, rios e cachoeiras...que nunca ter tido a coragem de sair de casa.

Mais vale ter se ralado pelas trilhas da vida, ter lembranças e histórias pra contar...que ser uma gaveta vazia.

Mais vale ter pulado num lago gelado...e ter perdido a respiração, que nunca ter pulado.



A alegria de viver a vida, e estar presente, sempre ira valer por tudo...

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Resenha do texto - Graça

Texto do Professor José Alberto ( Gestão da Qualidade )
“ O estudante é um escravo do mercado, pois o mesmo tem um trabalho intelectual no qual se empenha e não é remunerado pelo mesmo. Qual a diferença entre uma criança que trabalha em uma carvoaria e é considerado o seu trabalho como sendo escravo, pois se trata de um trabalho físico, que não está de acordo com o potencial da mesma e um trabalho intelectual de uma criança ou adolescente por anos a fio, visando o interesse do mercado de trabalho, pois a criança ou o adolescente não seleciona as matérias que deseja estudar, ela é forçada a estudar aquilo que interessa somente ao mercado futuro de trabalho. O professor argumenta ainda, que a educação não é um dever do Estado e sim um dever do mercado, pois as crianças educadas, tornam-se profissionais entregues ao mercado de trabalho e não são absorvidas pelas estatais em sua maioria.
Quem ganha com isso são as empresas que não investiram nada na educação dos seus futuros funcionários. O imposto pago pelas mesmas não significa investimento, mas sim uma obrigação conforme o próprio nome diz – imposto.”
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Conforme conceitos expostos no texto acima pelo Prof. José Alberto Rodrigues, fazer uma resenha crítica.
Aluna : Maria da Graça Gonçalves Rosa
O professor instiga a nossa mente quando afirma que ... “O estudante é um escravo do mercado, pois o mesmo tem um trabalho intelectual no qual se empenha e não é remunerado pelo mesmo”. Saímos do real para o imaginário no campo da educação. Temos que dar margem a essa louca experiência mental de imaginar um Brasil de brasileiros ganhando para estudar. Uma utopia onde a empresa fará o papel do Estado, quando afirma que .... “ O imposto pago pelas mesmas ( leia-se empresas) não significa investimento, mas sim uma obrigação conforme o próprio nome diz – imposto.”Pergunto ao nobre professor e sua imaginativa mente: Qual será o papel do Estado então se na realidade em que vivemos já não atua como queremos? O Brasil dos coronéis só cresceu, mas não desenvolveu o seu poder de educar e construir. O professor argumenta ... “ que a educação não é um dever do Estado e sim um dever do mercado, pois as crianças educadas, tornam-se profissionais entregues ao mercado de trabalho e não são absorvidas pelas estatais em sua maioria’ .
Na minha mente realista continuo a perguntar ao nobre professor: E o Estado onde entrará nessa sua fantástica história? Educar, caro professor, é transformar.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Gestão da Qualidade

Gestão da Qual. - Prof. Jose Alberto - 09/09/08

TEXTO do Prof. Jose Alberto


O estudante é um escravo do mercado pois o mesmo tem um trabalho intelectual no qual se empenha e não é remunerado pelo mesmo.
Qual a diferença entre uma criança que trabalha em uma carvoaria e é considerado o seu trabalho como sendo escravo, pois se tratar de um trabalho físico, que não esta de acordo com o potencial da mesma. E um trabalho intelectual de uma criança ou adolescente por anos a fio, visando o interesse do mercado de trabalho, pois a criança ou o adolescente não seleciona as matérias que deseja estudar, ela é forçada a estudar aquilo que interessa somente ao mercado futuro de trabalho.
O professor argumenta ainda que a educação não é um dever do Estado e sim um dever do mercado, pois as crianças educadas tornam-se profissionais entregues ao mercado de trabalho e não são absorvidas pelas estatais em sua maioria.
Quem ganha com isso são as empresas que não investiram nada na educação dos seus futuros funcionários. O Imposto pago pelas mesmas não significa investimento, mas sim uma obrigação conforme o próprio nome diz Imposto.




Conforme conceitos expostos no texto a cima pelo Prof. José Alberto Rodrigues, fazer uma resenha crítica.

A reforma educacional que o prof. nos sugere é algo a se pensar;uma criança que é obrigada a trabalhar para ter o que comer é diferente de uma criança que é sobrecarregado de vários estudos que não serão utilizados no seu total dependendo da área que irá trabalhar. Vendo por este angulo os estudantes não tem opção, mas acredito que tudo que se é ensinado também é importante para conhecimento geral e intelectual do estudante.
O professor coloca a educação como responsabilidade do mercado de trabalho que recebe o recém formado sem custo nenhum sobre a formação dele.

- Eu penso que o incentivo vindo do mercado de trabalho é uma idéia muito interessante, mas é preciso pensar além dela, seguindo este raciocínio talvez tivéssemos um melhor aproveitamento dos estudante, visto que haveria um controle de carreiras, onde uma determinada área especifica do mercado já estaria garantida tanto para o estudante como para o mercado. Teríamos menos advogados e engenheiros para poucas opções de trabalho desta área.

Os Impostos pagos pelas empresas e por todos nós é igual e uma pequena parte deles são usados pelo Governo para a educação, sendo assim todos pagam. O professor sugeriu que fosse criado um Imposto para as Empresas e este revertido em uma educação melhor para todos. Assim a educação estariam sendo usada como uma ferramenta para transformar o cidadão em um profissional competente e especifico nas suas habilidades e necessidades do mercado de trabalho, havendo um fim na discussão sobre mão de obra qualificada e desqualificada.

- Com isso eu me pergunto quem iria querer ser gari??

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Hoje

Muitos pensamentos e questinamentos.
Como viver no mundo de hoje.